sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Coletivo empatado.

Wagner espalma a bola.
Na tarde desta sexta, Sinomar contando com 3 jogadores das categorias de base, realizou o tão sonhado coletivo que há dias tentava e não acontecia devido as saídas de Evandro, Jon Jones e Jeff Silva. Resultado duro. Mesmo assim Sinomar conta com ele.

O treino de hoje também contou com a presença de Raí irmão do Railson, o jogador estava parado e seu desejo é recomeçar, ainda é jovem tem tempo ainda para o futebol profissional.

Lateral esquerdo e meia.

O Nacional tenta esses dois jogadores, é difícil, a essa altura a maioria dos jogadores está empregada e ninguém quer perder o emprego, a não ser que o clube ofereça uma grande quantia para fazer com que o adversário libere o jogador. 
Até mais...

Volante Felipe Manoel chega ao Naça.

O volante Felipe Manoel chegou e já assinou contrato com o Mais Querido, o jogador estava no Santa Cruz do Pará. Está com 25 anos.

O jogador foi uma indicação de Sinomar Naves e vem para juntar-se a Lído, Denis e Bruno Potiguar, segundo o jogador, vem para somar e ajudar o Nacional a conquistar as vitórias.

Teve passagens pelo Vila Real da Espanha e Real Madrid B, também da Espanha.

Já participou do coletivo de hoje a tarde e foi razoável, afinal chegou de viagem hoje e já treinou. Depois que adquiri um ritmo melhor, certamente irá subir de produção, esperamos que tenha sorte.
Até mais...   

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Naça faz treino tático e de posse de bola.

Hoje, novamente Sinomar realizou um treino tático e de posse de bola, como sempre muita movimentação e deslocamentos dos jogadores.

Na posse de bola, fizeram o que foi determinado, tocar bola a com rapidez, procuraram passar para o companheiro sem erros, isso no jogo é imprescindível, quanto mais acertarem nos passes, mais condições darão para o companheiro.

Na sexta-feira, provavelmente será realizado um coletivo, vamos ver a equipe titular que ele mandará a campo, de uma coisa temos certeza, todos os jogadores tem treinado com vontade e tentando acertar ao máximo nas conclusões de jogadas. O time precisa completar seu elenco para pelo menos 26 jogadores ou mesmo 28, afinal, serão quatro competições. 

Mesmo sem conseguir amistosos, ( os clubes daqui não quiseram) o jeito é treinar contra os reservas, fazer coletivos com mais frequência, só assim pegarão conjunto mais rapidamente. A busca por um lateral esquerdo e um meia atacante, continua, os contatos estão sendo feitos todos os dias, está difícil, mas, não impossível.
Até mais...

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Treino em campo reduzido.

Pra variar, Sinomar treinou o time em campo reduzido, repetindo o mesmo dos outros dias, sem tirar, nem por, ou seja movimentações rápidas, posicionamento.

Ao mesmo tempo que fazia a movimentação, vez por outra ele mudava e no próprio treinamento executava parte dos fundamentos com bolas alçadas na área com uma certa frequência, objetivo era o aproveitamento dos atacantes nos arremates a gol.
a defesa e os goleiros se desdobravam para conter as finalizações. 

Hyantony, Leonardo e Wanderley marcaram gols várias vezes, apesar do grande esforço dos goleiros para praticarem as defesas dos chutes desferidos pelo trio de atacantes. Enfim, todos foram muito bem e isso dá uma certa tranquilidade com relação ao desempenho deles nas competições, são grandes jogadores e saberão honrar a camisa do Naça.  
Miro.

Conheça a história de Leonardo, nosso artilheiro.

Leonardo, o Índio mais que guerreiro do Nacional
Bastidores
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28.01.2015 - 15:27 - Amazonas
Ídolo, artilheiro e atual campeão amazonense pelo Nacional Futebol Clube, o atacante Leonardo, o “Índio Negro”, como é carinhosamente apelidado pela torcida, tem uma história de vida que surpreende pela capacidade de emocionar. Nascido na periferia da cidade do Rio de Janeiro, o jogador tem a vida e a carreira marcada por revezes que quase sempre fugiam ao seu controle, em que seu talento e perseverança foram testados muitas vezes pelo destino.

Aos 11 anos, começou jogando futsal no time de futebol de salão da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB). Mas mal começou a dar os primeiros passos no futebol, o jovem Leo, que cresceu longe do pai, teve de lidar com a morte da mãe.

Confrontado com a necessidade de trabalhar para ajudar as tias, com quem começou a morar, o garoto que mal completara 12 anos teve de começar a trabalhar. “Deu aquele baque, você não sabe como vai ser a vida a partir dali”, contou. “Comunidade carente, criança tem que ajudar em casa. Então comecei a trabalhar para ajudar na conta de luz, ajudar a comprar uma carne”, acrescenta Leonardo, que começou a trabalhar como boleiro (gandula de jogos de tênis) num clube carioca.

Leonardo entende bem as regras do jogo, tem como um dos ídolos esportivos Roger Federer e conta que até chegou a praticar o esporte, mas “achava difícil”. Facilidade ele tinha mesmo era para o futebol e seu retorno ao futebol seria inevitável. Aos 16, ele jogou a conhecida Taça das Favelas, no Rio de Janeiro, quando teve a oportunidade de jogar pela primeira vez no Maracanã.

“Era a abertura do Brasileiro de 1998, Vasco e Corinthians, quando o Marcelinho fez aquele gol histórico do meio da rua. Naquele dia, eu segurei a bandeira do ‘fair play’”, diz o jogador, recordando o primeiro encontro com o mítico palco do futebol brasileiro. Mais tarde, ele recordaria, em tom de brincadeira, o gol sofrido pelo goleiro Caetano, que foi seu companheiro no Bonsucesso Futebol Clube. “Eu brincava que o gol tinha sido de muito longe”, diverte-se.

Convidado por um amigo para jogar futsal no Vasco - conciliava os treinos com o trabalho -, a pequena ajuda de custo que o clube lhe pagava, ele guardava para contribuir com as tias em casa ou para fazer um lanche. “Eu usava camisa de colégio”, diz ele, revelando o método que usava para não pagar passagem no transporte coletivo, já que no Rio de Janeiro os estudantes têm direito a passe livre no ônibus.

Dois clubes e pouca grana

Ao mesmo tempo, surgia a oportunidade de treinar futebol de campo no time de base do Botafogo. “Saía cinco horas da manhã, ia treinar no Botafogo, voltava pra casa pra almoçar e já tinha que ir para o Vasco”, relembra. Mas, mesmo com o apoio das tias, não tinha retorno financeiro e teve que largar o futsal mais uma vez. “No Vasco, voltei a ser artilheiro, ganhei títulos. Eu estava crescendo como atleta, mas não podia ajudar minha família. Foi difícil”, disse ele.

Mas se as dificuldades extra-campo impediam a evolução de Leonardo, com a bola nos pés ele mostrava o quanto era bom. Convidado para jogar um amistoso contra o time do Bom Sucesso, fez um gol antológico e foi cobiçado pelo time derrotado.

“Peguei a bola atrás do meio campo, driblei três, quatro numa arrancada e meti um golaço”, disse ele, que passou a integrar o time da periferia fluminense, recém lançado à terceira divisão do Carioca. O começo foi animador. “Subimos o time de divisão no Estadual”, lembra ele, orgulhoso, contando que passou a sonhar grande depois disso. “Comecei a vislumbrar uma carreira profissional, pensar em Flamengo, Europa...”.

Sonho europeu

E aconteceu! Craque do time, ele despertou o interesse do Licartovce, da Eslováquia e, aos 21 anos, através de um empréstimo, jogou uma temporada no clube europeu e, longe do calor carioca, fez do seu sonho combustível para se adaptar no exterior.

“Neve, muito frio, mas me adaptei bem. Me destaquei e o clube pediu renovação do contrato de empréstimo”. Só que, mas uma vez, o destino seria cruel com o jogador, que voltou para o Brasil sem assinar os termos do contrato. “Eles queriam que eu renovasse, mas o Bom Sucesso pediu dinheiro. O tradutor me explicou e a negociação foi encerrada. Quando cheguei no Brasil, eles disseram que o clube lá é que tinha feito exigências. Fiquei numa depressão muito grande”, diz ele, que chegou a ganhar um salário de 12 mil dólares no clube.

A frustração resultou um período de quatro anos afastado do futebol, período esse que o jogador, para ajudar a família, chegou a reparar carros, distribuir panfletos na rua e segurar faixas em semáforos. Foi quando o ex-sogro, Adílio, campeão mundial com o Flamengo em 82, resolveu contatar um amigo que treinava o CFZ (time do Zico), de Brasília, marcando o retorno de Leonardo ao futebol profissional.

No futebol do Norte

Destaque no CFZ de Brasília, Leonardo foi indicado pelo então sogro, para o Atlético Acreano, em Rio Branco-AC. Mais uma vez, a estrela do atacante, que jogava como meia no começo da carreira (e como volante na Europa), brilhou forte. “Não sabia nem onde era o Acre”, confessa ele, que logo se destacou no clube nortista. “O time estava desde 91 sem conquistar o título e há uns cinco estaduais na lanterna. Conseguimos chegar na semifinal e fui vice-artilheiro com 11 gols”.

No ano seguinte, também não levou o título, mas repetiu a dose, chegando a excelente marca de 20 gols em 22 jogos pelo clube rio-branquense. Foi contratado pelo rival Rio Branco, mas não fez boa temporada e seu contrato não foi renovado. Mas um amistoso entre o Leão da Vila Municipal, em que conta ter feito um golaço, ele selava o destino que o levaria para o time amazonense, o time com quem ele alega mais ter se identificado na carreira.

“No Nacional realizei o sonho da minha vida, que era ser ídolo num time de tradição, com torcida. Fui campeão e artilheiro. Realizei 90% do meu sonho como jogador de futebol”, disse ele, que ainda sonha em jogar a Série A do Brasileiro.

Mas, como a vida de Leonardo foi inteira marcada por altos e baixos, não haveria de ser diferente no Nacional, onde ele diz ter vivido o pior e o melhor ano da carreira. “2014 foi o ano mais difícil da minha carreira, (tive) duas lesões no rosto...”. Sobre a fatídica confusão generalizada no final do Amazonense daquele ano, diz que não guarda rancor dos seus agressores.

“Aprendi com minha família que perdoar é de Deus, não guardo mágoa de ninguém”, diz ele, afirmando, no entanto, que o autor do golpe mais duro, o atacante Nando, do Princesa, nunca lhe procurou para pedir desculpas. “Nunca nos encontramos pessoalmente. Não sei como seria se o encontrasse e ele não pedisse desculpas. Mas não guardo rancor algum”, diz ele.
Fonte: Jornal A Crítica